quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ás, dois e três

Apostar dinheiro, relógio, cigarros e isqueiros, carro, casa, calça e cueca e na pior das hipóteses, a própria mãe: o mundo dos jogos de azar chega a ser irônico. Existe um fator matemático que não é constante: a sorte. A de principiante vem por acaso, enquanto viciados dão a vida pela próxima carta, sucessivamente. Há quem considere o amor um jogo, praticado por pessoas ingênuas. Sendo assim, é fácil prever o que acontece quando se aposta a paixão e o amor em outra pessoa: independente de ser um jogo de azar, existem apenas dois cálculos: 50% de chance de ganho e (mais importante) 50% de perda. Se você já jogou, sabe como é decepcionante perder. Se ganhar também, quem garante que o prêmio não será posteriormente apostado? Se nunca jogou, não perde nada e não perderá, se estiver disposto a jogar sozinho. No jogo do amor, só vence quem aposta em si mesmo. Pra quem se ama, garanto 100% de sorte e prêmios interessantes o tempo todo. Blefe? Façam suas apostas...

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